Sexta Feira 13 (2)

Julho 13, 2007

Continuando as postagens do dia, Sexta-Feira 13 contará com o ilustríssimo Dia Mundial do Rock.

Daí a viagem pra João Pessoa empreendida por este blogueiro para amanhã, a acompanhar um Festival de Rock no centro histórico da capital paraibana, com a presença dos Bonnies – amigos e figuras tão citadas neste blog que vou começar a cobrar royalties pelas várias inclusões da banda dos 4 galados.

Numa homenagem ao histórico dia, dedico aqui uma lista de 50 bandas e álbuns para livre escuta pro dia de amanhã. Não cito o link por falta de paciência, mas vamos lá.

1- Beatles(todos os álbuns)
2- Rolling Stones (Their Satanic Majesties Request e álbuns 70-60)
3- Led Zepellin (Led Zepellin IV e The Song Remains The Same – coletânea)
4 – The Who (Live At Leeds, Who’s Next e The Who Sings My Generation)
5- Pink Floyd ( The Dark Side Of The Moon e Animals)
6- The Clash (London Calling e Sandinista!)
7 – Ramones ( Rocket To Russia)
8 – Elvis Presley (qualquer coletânea é bem vinda)
9 – Bob Dylan (coletâneas de Bob também são bem vindas)
10- Jimi Hendrix Experience (Electric Ladyland e Are You Experienced?)
11- Dire Straits (Alchemy)
12- Chuck Berry (alguma coletânea)
13- Beach Boys (Pet Sounds)
14 -David Bowie ( The Rise And Fall of Ziggy Stardust)
15 – Radiohead (OK Computer e The Bends)
16 – Cream (Fresh Cream)
17- Raul Seixas (Eu Nasci Há 10 mil Anos Atrás e Gita)
18 – Mutantes (Todos da década de 60-70 com Rita Lee)
19 – Roberto Carlos (discografia 60, porque não?)
20 – Blur (Coletânea The Best Of Blur)
21 – The Kinks ( The Village Green Preservation Society)
22 – Pixies ( Surfer Rosa)
23 – Nirvana (Nevermind)
24 – Pearl Jam (Ten)
25 – Smashing Pumpkins( Mellon Collie And The Infinite Sadness)
26 – The Strokes (Is This It?)
27 – The Libertines (The Libertines)
28 – U2 (October)
29 – Joy Division (Substance)
30 – Chico Science e Nação Zumbi (Da Lama Ao Caos, do Caos à Lama)
31 – Nação Zumbi ( pra não dizer q a banda morreu junto com Chico Science, evoluiu até!)
32 – Van Halen – (1984: o que tem “JUMP”!)
33 – The Animals (alguma coletânea é bem vinda: não recordo por hora)
34 – Buddy Holly (coletânea desse precursor do rock nos anos 50)
35 – Black Sabbath (Todos com Ozzy)
36 – Deep Purple (todos com Ian Gillian)
37 – Yes (The Yes Album e Fragile)
38 – IRA! (algum álbum dos anos 80)
39 – Paralamas do Sucesso (Selvagem?)
40 – AC/DC (Back In Black, Jailbreak e Highway To Hell)
41 – Wolfmother (Wolfmother)
42 – King Crissom ( uma boa pedida, apesar de eu não conhecer muito…)
43 – R.E.M (The Best of REM 1 e 2)
44 – Velvet Underground (Velvet Underground and Nico)
45 – Rush (alguma coletânea que tenha Tom Sawyer)
46 – Jethro Tull (Aqualung)
46 – Queens Of The Stone Age (qualquer álbum pra conhecer essa banda recente)
47 – Metallica ( The Black Album)
48 – The Stooges (The Stooges)
49 – The Doors (qualquer álbum)
50 – Janis Joplin (qualquer álbum)

Estes foram alguns do músicos e bandas e álbuns que fui lembrando, não é algo definitivo a ser seguido, muita coisa com certeza foi esquecida, mas pelo menos tem-se um referencial.

Long Live to Rock!


40 Anos do Sargento Pimenta

Junho 2, 2007

Dia 1º de Junho, do ano de 1967, simboliza um marco para a história do rock, até pela importância e influência com que esse emblemático álbum veio a representar para a música e para todas as gerações que apareceram a partir de 1967.

Trata-se, obviamente, de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos 4 rapazes de Liverpool, que há 40 anos atrás surgia para mexer de vez com as mentes de um período marcado por revoluções culturais, Guerra do Vietnã, dicotomia EUA-URSS, liberação de drogas e sexualidade – enfim, um período rico e determinante para a formação histórica da juventude.

Tão genial que chegou a enlouquecer um homem: Brian Wilson. Explique-se, o excêntrico líder dos Beach Boys havia produzido,meses antes, o genial álbum “Pet Sounds”, rico por suas inserções à psicodelia e ao experimentalismo.

A genialidade dos Beatles, porém, veio a estremecer as bases da música com o álbum em questão e demonstrava, com isso, a solidificação de sua maturidade, já evidenciada nos àlbuns “Rubber Soul” e “Revolver”, do ano de 1966.

Inicia-se, na faixa 1, com “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, de autoria de Paul McCartney, dando um clima de apresentação teatral e euforia,apresentando a gloriosa banda do Sgto. Pimenta e o seu clube dos corações solitários, além de dar a deixa para um tal Billy Shears, encarnado por Ring Starr.

Ringo (ou Billy Shears) canta,a seguir, em “With a Little Help For My Friends”, uma ode ao amor e ao companheirismo.

A psicodelia encarna em “Lucy In The Sky with Diamonds”, de Lennon, a música da tal “menina dos olhos de caleidoscópio”, uma clara referência conhecida por 99% de qualquer admirador de Beatles, ao LSD.

“Getting Better” surge empolgante e rica por um otimismo bem característico, sentido na riqueza das guitarras e seus riffs.

“Fixing a Hole” segue na linha do álbum.

A belíssima “She’s Leaving Home” é baseada em uma história de jornal vista por Paul McCartney de uma certa menina que tinha fugido da casa dos pais. Coube a Paul imaginar, no lirismo da canção, imaginar a fuga da adolescente.

“Being For The Benefit Of Mr. Kite” segue um tom circense já visto na primeira faixa.

“Within You Without You” segue no experimentalismo característico das incursões de George Harrison pela música indiana e o amor místico.

A feliz “When I’m 64″ é uma ode ao envelhecimento e o que se esperar 40 anos depois.(como se pôde ver, Paul chegou à idade dos 64 este ano).

Segue “Lovely Rita”, uma homenagem à diva do cinema Rita Hayworth.

A alegre “Good Morning Good Morning”, de John, segue com o espírito do álbum.

Repete-se “Sgt. Pepper’s”, numa nova versão.

No fim, a retumbante “A Day In The Life”, fruto das memórias de infância de Lennon, notada na beleza harmônica da canção.

Não sou crítico de música e nem pretendo ser, mas não poderia deixar de homenagear esse emblemático álbum.

Parabéns, Sargento Pimenta, e que sua influência ainda seja marcada daqui pra mil anos à frente.

Longa vida aos Fab Four.


O Amor segundo Bob Dylan

Maio 30, 2007

My love she speaks like silence, Meu amor fala como o silêncio,
Without ideals or violence, Sem ideais ou violência,
She doesn’t have to say she’s faithful, Ela não precisa dizer que é fiel,
Yet she’s true, like ice, like fire. É leal, como gelo, como fogo.
People carry roses, Pessoas carregam rosas,
Make promises by the hours, Fazem promessas por meio das horas,
My love she laughs like the flowers, Meu amor ri como as flores,
Valentines can’t buy her. Não há dia dos namorados que a
corrompa.

In the dime stores and bus stations, Em bancas e estações de ônibus,
People talk of situations, Pessoas falam sobre situações,Até o bobo deve segu
Read books, repeat quotations, Lêem livros,repetem citações,
Draw conclusions on the wall. Afirmam conclusões sob o muro.
Some speak of the future, Alguns falam do futuro,
My love she speaks softly, Meu amor fala cuidadosamente,
She knows there’s no success like failure Ela sabe que não há sucesso como o fracasso
And that failure’s no success at all. E que o fracasso não é realmente sucesso.

The cloak and dagger dangles, O sigilo e o mistério atraem
Madams light the candles. Madames acendem as velas.
In ceremonies of the horsemen, Em cerimônias de cavaleiros,
Even the pawn must hold a grudge. Até mesmo o peão deve guardar seu rancor.
Statues made of match sticks, Estátuas feitas
Crumble into one another,
My love winks, she does not bother,
She knows too much to argue or to judge.

The bridge at midnight trembles,
The country doctor rambles,
Bankers’ nieces seek perfection,
Expecting all the gifts that wise men bring.
The wind howls like a hammer,
The night blows cold and rainy,
My love she’s like some raven
At my window with a broken wing.


Os Bonnies no Abril Pró-Rock

Março 21, 2007


O Abril Pró-Rock, este ano, vai contar com uma presença potiguar.

Trata-se de “Os Bonnies”, banda formada pelos ilustres amigos Olavo Luiz (baixo e vocais), Arthur “Tampa” Rosa (guitarra base e vocais), Thiago “Tijolo” Silva (guitarra solo e vocais) e Rafael Barros (bateria). No cenário natalense, certamente pode se elencar como uma das bandas mais promissoras da cidade e, quiçá, possa alçar vôos mais altos.

Posso dizer(porque tenho acompanhado) que os caras passam por um longo período de criatividade que rende e ainda vai render muitos frutos pro Rock`n Roll “sincero”, como nós conhecemos.

Para saber mais da banda, veja aqui.

Além de músicas, tem desenhos, textos, animações (greiosas, por sinal) e algumas fotos.

Confiram. E quem tiver oportunidade de ir pro Abril Pró-Rock, vejam a programação.

De rocha,boy….