O Homem que Desafiou o Diabo

Outubro 17, 2007
“O Homem que Desafiou o Diabo” não vale uma resenha.

Reafirmo: O filme “O Homem que Desafiou o Diabo”, do diretor caça-níqueis Moacyr Góes, não o excelente “As Pelejas de Ojuara”, de Ney Leandro de Castro.

“O Homem que Desafiou o Diabo” não vale uma cocada. Melhor, no vernáculo potiguar,”O Homem que Desafiou o Diabo” não vale o cú que o piriquito roa. Perdi dinheiro. Perdi tempo. Duas horas intermináveis de bobagem explícita, de má montagem, de má edição.

E não é querendo desagradar os conterrâneos fanáticos, que há muito não viam a produção de um filme todo feito por aqui. A impressão que dá é que a gente retrocedeu em matéria de bons filmes nacionais de temática regional. Mas não, não é verdade, temos “Auto da Compadecida”, “Narradores de Javé”, “Lisbela e o Prisioneiro”, “O Céu de Suely”. Conclusão: deve ser ruindade de Moacyr Góes mesmo. Nem com tanto investimento o homem faz um filme que preste (vide bobagens como “Dom” e aqueles filmes da Xuxa). Imagine um filme desses feito por Guel Arraes. Melhor,né?

Já “As Pelejas de Ojuara”, o livro que rendeu essa “bomba”, é fantástico. Fruto de uma revigoração da linguagem de cordel, escrito em 1982, Ney Leandro de Castro conseguiu elogios infindáveis de Carlos Drummond de Andrade e tantos outros entusiastas da literatura. O livro, sim, traduz um épico sertanejo. A sexualidade soa mais fluente e sem retoques. As aventuras tem uma continuidade e um ritmo compassado, o que não se vê nesse “O Homem que Desafiou o Diabo”. A história flui sem sentido nenhum, sem explicação lógica, sem razão aparente. E o personagem Ojuara, do livro, tem vida própria, mas que ficou prejudicado no filme pela má condução de personagem e de suas histórias, o que é uma pena, vide o bom esforço de Marcos Palmeira.

As locações do filme são belíssimas: Acari, Carnaúba dos Dantas, boa parte do litoral natalense. Mas acho que é só. O filme, pra não deixar de criticar novamente, parece um carro alegórico sem rumo.

Mas quem quiser ver que veja, eu leria o livro. :)


Lançamento de livro de João Paulo Cuenca na Limbo Livros Selecionados

Outubro 17, 2007

Esta notícia está sendo veiculada, até onde eu saiba, no site Jovens Escribas e no perfil da Limbo Livros Selecionados.

Vale a pena conferir o lançamento do livro. Não é todo dia que tem-se a oportunidade de vermos o lançamento do livro de um dos melhores escritores brasileiros da atualidade.

JOÃO PAULO CUENCA LANÇA LIVRO EM NATAL

O escritor carioca João Paulo Cuenca que vem ao Rio Grande do Norte para participar da Feira do Livro de Mossoró, lançará seu novo romance em Natal na próxima sexta-feira, dia 19.

O lançamento será na Limbo Livros Selecionados, Afonso Pena 666, a partir das 19h de sexta.

João Paulo Cuenca é autor do romance “Corpo Presente” e participou das coletâneas “Paraty para mim” e “Prosas Cariocas”. Já foi elogiado por grandes escritores como Chico Buarque, Marcelino Freire, Marçal Aquino, entre outros, e escolhido em 2007 pelo Festival de Bogotá como um dos 39 autores latino-americanos mais destacados com menos de 39 anos.

Em Natal e Mossoró estará lançando o seu novo livro “O dia de Mastroianni”, um irônico “romance de geração”.


Aniversário

Outubro 17, 2007

Só pra constar: O blog fez aniversário dia 29 de setembro último. Não que isso queira dizer muita coisa. Mas pra não deixar batido….

Vou postar o link do “ABC do Preguiçoso”, em homenagem aos pouco mais de 60 posts que publiquei em um ano.

O download é do CD “Cantoria 1″, com Xangai, Elomar, Geraldo Azevedo e Vital Farias.

É isso.

Abaixo, a letra da música:

Marido se alevanta e vai armá um mundé
Prá pegá uma paca gorda prá nóis fazê um sarapaté
Aroeira é pau pesado num é minha véia
Cai e machuca meu pé e ai d´eu sodade

Marido se alevanta e vai na casa da sua avó buscá
A ispingarda dela procê caçá um mocó
E que no lajedo tem cobra braba num é minha véia
Me pica e fica pió e ai deu sodade

Entonce marido se alevanta e caçá uma siriema
Nóis come a carne dela e faiz uma bassora das pena
Ai quem dera tá agora num é minha véia
Nos braço de uma roxa morena e ai d´eu sodade

Sujeito te alevanta e vai na venda do venderão
Comprá uma carne gorda prá nois fazê um pirão
É que eu num tenho mais dinheiro num é minha véia
Fiado num compro não e ai d´eu sodade

Entonce marido se alevanta e vai na venda do venderim
Comprá deiz metro de chita prá fazê rôpa pros nossos fiim
Ai dentro tem um colchão véio num é minha véia
Desmancha e faiz umas carça prá mim e ai d´eu sodade

Disgramado se alevanta e deixa de ser preguiçoso
O homi que num trabáia num pode cumê gostoso
É que trabáia é muito bom num é minha véia
Mas é um pouco arriscoso e ai d´eu sodade

Entonce marido se alevanta e vem tomá um mingau
Que é prá criá sustança prá nóis fazê um calamengal
Brincadêra de manhã cedo num é minha véia
Arrisca quebrá o pau e ai d´eu sodade

Marido seu disgraçado tu ai de morrê
Cachorro ai de ti lati e urubu ai de ti cumê
Se eu subesse disso tudo num minha véia
Eu num casava cum ocê e ai deu sodade


Rir ainda é um bom remédio

Outubro 17, 2007

Vasculhando no You Tube por vídeos do grupo britânico de humor Monty Python, deparei-me com este vídeo, de 1989, do funeral do saudoso Graham Chapman ( o Rei Arthur de “Em Busca do Cálice Sagrado” e tantos outros personagens).

A extroversão dos parceiros de grupo, amenizando a dor da morte do amigo em tiradas cômicas, é um momento singelo e para aqueles que sempre se acostumaram com o brilhantismo e timing cômico do grupo – um deleite. Por que não superar o sentimento de perda com algo positivo? Certamente isto eles fazem bem neste emocionante vídeo de adeus.

Fico pensando quando um dos nossos ilustres humoristas mais velhos – Chico Anysio e Renato Aragão,velhas figuras tristes e aquém do brilhantismo de outrora, partisse desta pra melhor. Certamente, não teriam uma homenagem corajosa dessas pra posteridade. Passariam sim, por uma infinidade de pieguices arquitetadas por Xuxa, Faustão e cia. Teriam um funeral exibido ao vivo, com toda formalidade de praxe,mas sem a referência lúdica aos tipos que viveram na fase áurea de suas carreiras.

Nem uma homenagem sacana, o que seria uma pena.

Até pra ver quão desrespeitosos nós seríamos,né isso?

Keep Always looking at the bright side of life.


O impacto de Tropa de Elite

Outubro 17, 2007

A minha primeira impressão, após terminar de ver o sensacional “Tropa de Elite”, de José Padilha, foi a de um impacto que nunca cheguei a experimentar em nenhuma outra produção nacional das poucas que tive oportunidade de assistir.

A cultura nacional certamente lembrará de 2007 como o ano em que veio à tona um terreno nunca dantes navegado, entre o limiar da sobrevivência nos morros – retratado com muita franqueza pela figura dos atiradores do BOPE – numa seara antes abordada apenas por uma visão esquerdista tendente a tratar a violência como resultado de política social mal planejada, humanizando a figura do bandido dos morros – fruto desse caótico sistema de poucas oportunidades.

É claro que a visão da esquerda revigora, em parte, e não deve ser desmerecida. Porém, o que se vê em “Tropa” é justamente a preocupação imediatista de enfrentar a situação de violência de uma vez, e não esperando por um lampejo de benevolência do Estado Social para um planejamento a longo prazo. Daí, vigora a importância de se retratar o Estado de repressão – encarnado com autoridade pelo BOPE e por Capitão Nascimento, um homem no limiar entre a ética e o instinto de sobrevivência frente ao agonizante Morro do Turano, no Rio de Janeiro.

O tapa na cara, como muitos observaram, vem na endemia do sistema tráfico (banditismo do morro) – consumidor final (classe média carioca). A “consciência social” dos traficantes, tolamente interpretado pelos colegas do “aspira” André, nada mais mostrou do que um quarto poder subreptício e nocivo à paz social nos morros (já mostrado em ‘Cidade de Deus”) que a visão policial fez ainda mais questão de destronar, numa visão crua dos embates e táticas de guerra utilizados.

Num retrato humano dos três personagens principais – Capitão Nascimento(o contundente Wagner Moura), Aspirante André ( o surpreendente André Ramiro) e Aspirante Neto ( o inspirado Caio Junqueira), nada se faz mais coerente do que explanar o processo de brutalização pelo que os dois últimos passaram e pelo resultado final encarnado no primeiro.

O processo de brutalização é coerente e, pior, justificável, na medida em que observamos a situação de guerrilha urbana e na pouca esperança que se é dada numa corrupção policial endêmica e no descaso das autoridades federal e estadual.

Não é que se queira justificar a violência por si, mas um meio recorrente de práticas desumanas, impostas pelos policiais, encarna o instinto primitivo evidente nas corporações de elite, a qual, infelizmente, não se enxerga outra alternativa viável por ora para entornar a situação.

De certa forma, esse filme enseja um debate profícuo que não cabe, por si só, em um singelo post.

Digo uma coisa pra quem não viu: é um filmaço!!! E não aconselho assistir ao filme sob a ótica de uma visão canhestra e esquerdóide. É a realidade máxima que já se pôde verificar em uma obra de “ficção” (se é que se pode se chamar de ficção) nacional. E não se surpreenda em torcer mesmo pelas práticas de tortura do Capitão Nascimento. É justamente o que o filme pôe em cheque para o espectador, na análise da frase prefacial da película: “a situação é mais importante que o caráter ao determinar as ações de um indivíduo”.

Nada mais oportuno para nós, sociedade, levar a debate este filme como forma de auto-aprendizado.

E só como uma frase final, pra relembrar o nome deste blog, digo que, sim, pior é a guerra. É neste caldeirão que nos enfiamos e estamos atolados até o pescoço.

Saudações. E agora sim,voltei.


Auto-análise

Setembro 11, 2007

Dia 29 de setembro próximo fará um ano que o Pior é a Guerra começou.
Não que isso fosse motivo pra comemoração de algo genial, é claro.
Não é a comemoração do centenário de Niemeyer ou dos 40 anos do Sgt. Pepper’s dos Beatles.
Aliás, nem é comemoração.
É uma auto-análise.
Pronto: falei!!
É uma auto-análise.
Uma incursão auto-depreciativa sobre os rumos pelos quais vem levando este blog.
E negligenciado também.
50 e poucas postagens em um ano é um ritmo fraco.
Em três meses de existência, muito blog virou cult e popularizou-se.
Esse aqui ficou às moscas por muito tempo.
O período mais infértil foi de janeiro a março de 2007.
Dava sinais de que eu abandonaria o barco de vez.
Junho de 2007 voltei com um pouco de gás.
Ficou num marasmo eterno depois.
Voltou agora,como vêem.
E na base do improviso.
Desde a primeira postagem, não expliquei direito ao que veio.
Muita gente se indagou o porquê da guerra.
Se era um blog sobre absolutamente tudo…
Tudo, menos a guerra.
A guerra foi um assunto pouco constante no blog.
Na verdade, indecifrável nas subliminariedades de cada post.
Mas ainda estava lá.
Absorta em reflexões despretensiosas.
Como esta frase de cima, por exemplo.
Bastante despretensiosa…..
A guerra deste blog tem feições humanas.
Não de conflito externo.
Mas interno.
Aquele que se esgueira nas torrentes da solidão.
Vocês sabem do que estou falando.
Não é a solidão física.
Mas a de espírito.
Esta companheira de sempre.
Esta inimiga de sempre.
Transtorna ou satisfaz, conforme utilizada.
Tal como aos Buendías de Macondo.
Ou ao estrangeiro de Camus.
Um espírito criador.
Imaturo, porém verdadeiro.
Abre as portas da percepção.
E traz um retorno a si mesmo.
É a guerra.
O conflito interno.
Tal qual faço nesta auto-análise.
Que, por sinal, se estendeu como que por improviso.
Como por sorte numa noite despretensiosa.
Tal qual hoje.
Hum…
Como faço pra acabar esta merda,hein?
Pior é a Guerra!!!


Uma semana para a volta.

Agosto 12, 2007

A razão da minha ausência nesses últimos e longos dias tem sido a bateria de estudos para a OAB. Como a prova é dia 19 de agosto, a aprtir daí, terei mais tempo pra dispor algo neste blog, que tem devido e muito em matéria de postagens, eu sei, dêem uma trégua pra mim.

Manter um blog é difícil demais pra quem não vive só disso. Pergunte ao cara do KibeLoco se ele tem alguma função importante a cumprir além de ficar copiando idéia dos outros pela internet…

19 ou 20 de agosto é o dia de uma das tantas voltas do “Pior é a Guerra”. Desculpe-me pelo transtorno.


Tremei, Hermanos!!!

Julho 17, 2007

Como o dia é mais ou menos esportivo para este blog, não se pode deixar de citar a terceira bifa seguida, levada pelo arrogante povo daquele país situado abaixo do Trópico de Capricórnio, limítrofe com o Chile, o Uruguai, Ciudad Del Este e Foz do Iguaçu.

Desde o início, já imaginava uma provável vitória da mística amarelinha sobre a pretensa superioridade argentina, sustentada por Messi, Riquelme, Veron e Tevez.

Prognósticos antes do início do jogo? “Ah, o Brasil vai levar uma surra fácil: 3×0, 3×1″.

Findou no inesperado (para muitos brasileiros e argentinos) 3×0, com gols do humilde Júlio Baptista, do “formidável”(deles) zagueiro Ayala e de um bem postado Daniel Alves, com um passe inspirado de um Vágner Love pouco eficiente durante toda a Copa América.

A conclusão é: não somos nós a temer os argentinos e sim, o contrário. Sempre soube disso, e essa final de Copa América só serviu pra acentuar essa opinião.

Ganhar eles ganham só na Bombonera ( e com a ajuda de Maradona na arquibancada).

De resto, parecem uns eternos patinhos.


Agonia Vermelha

Julho 16, 2007

Está acertado o seguinte.

A cada dia seguinte a um jogo do Mecão, serão publicadas postagens desta série criada no dia de hoje, intitulada como “Agonia Vermelha”.

Servirá para marcar uma linha demarcatória, a partir de agora até o último jogo do América no campeonato(espero até lá já não ter passado pela agrura do rebaixamento).

Esta linha demarcatória servirá para coletar impressões do glorioso Dragão e de sua torcida e até aonde chegaremos na Série A (que por ora, tá mais inclinada pra B).

O pesado fardo da profissão de torcedor americano adquiriu um certo tom lírico diante da provável ameaça de rebaixamento. Este blogueiro sentiu os brios ferverem no último sábado, ao lado de cerca de 14.000 pessoas, num Machadão ocupado pela metade. Confesso que a tremulação da bandeira americana com a do estado do Rio Grande do Norte (esta a qual hasteei no intervalo do jogo)me fez sentir mais torcedor do que nunca, numa percepção extraordinária, que me fazia vibrar e sofrer junto aos demais presentes.

A alegria do primeiro tempo contrastou com a tristeza do segundo, no qual um América apático se entregava no jogo ao atual campeão mundial: O Internacional de Porto Alegre. Em questão de poucos minutos, a euforia cedeu lugar à consternação de mais uma derrota em casa e – só derrota,amigo, é duro de suportar.

Parecia que o América jogava fácil (só parecia)e sentimos, diante da fragilidade da zaga, apesar do 3-5-2 bem arquitetado por Marcelo Veiga, a falta de objetividade de nosso time e a limitação de muitos de nossos jogadores, guardadas, em boas exceções, por três grandes figuras: o baixinho Arlon, o conterrâneo Souza e o paredão Renan(este último nos poupando de levar uns dois gols a mais).

Mas como três andorinhas apenas não fazem verão, tivemos que segurar mais uma vez esse bagre. Um terço das derrotas sofridas pelo América se deu em casa, num percentual lastimável de 100% – o que nos faz entrar em descrédito e desolação diante das intenções alvi-rubras no campeonato.

A gozação da torcida abecedista, que respira um ar mais turbulento com cheiro de Série C e Frasqueirão, diante de um resultado de 4×1 sobre o obscuro Vera Cruz de Pernambuco, serviu pra acirrar ainda mais os ãnimos das duas torcidas da cidade.

Não defendo, inclusive, a pretensa rivalidade. Acho louvável, até, uma possível união em prol de um bem maior: o futebol do nosso estado. Ou vocês pensam que, em Pernambuco, Rio Grande do Sul, Ceará, Minas Gerais e alguns outros estados da nação há a torcida contrária ao time rival para uma derrocada ainda maior? Penso que não. Apesar de não quererem demonstrar a torcida pelo time rival, não é verdade que queiram provocar a sua derrocada, até porque não é saudável para o futebol do estado representante e nem para a própria qualidade dos confrontos nos estaduais.

Pois bem, o próximo confronto será contra o Atlético-MG, na quarta, time este sobre o qual tivemos uma de nossas batalhas mais épicas, culminando num 2×2, em pleno Mineirão lotado, no ano passado, e que garantiu a vaga para a Série A deste ano.

Próxima quinta, teremos mais um “Agonia Vermelha”, e algumas considerações sobre as circunstâncias do jogo e da situação do América, na ótica deste torcedor. Quando me couber, num momento oportuno(ou inoportuno), falarei do ABC também.

Até.


Sexta Feira 13 (2)

Julho 13, 2007

Continuando as postagens do dia, Sexta-Feira 13 contará com o ilustríssimo Dia Mundial do Rock.

Daí a viagem pra João Pessoa empreendida por este blogueiro para amanhã, a acompanhar um Festival de Rock no centro histórico da capital paraibana, com a presença dos Bonnies – amigos e figuras tão citadas neste blog que vou começar a cobrar royalties pelas várias inclusões da banda dos 4 galados.

Numa homenagem ao histórico dia, dedico aqui uma lista de 50 bandas e álbuns para livre escuta pro dia de amanhã. Não cito o link por falta de paciência, mas vamos lá.

1- Beatles(todos os álbuns)
2- Rolling Stones (Their Satanic Majesties Request e álbuns 70-60)
3- Led Zepellin (Led Zepellin IV e The Song Remains The Same – coletânea)
4 – The Who (Live At Leeds, Who’s Next e The Who Sings My Generation)
5- Pink Floyd ( The Dark Side Of The Moon e Animals)
6- The Clash (London Calling e Sandinista!)
7 – Ramones ( Rocket To Russia)
8 – Elvis Presley (qualquer coletânea é bem vinda)
9 – Bob Dylan (coletâneas de Bob também são bem vindas)
10- Jimi Hendrix Experience (Electric Ladyland e Are You Experienced?)
11- Dire Straits (Alchemy)
12- Chuck Berry (alguma coletânea)
13- Beach Boys (Pet Sounds)
14 -David Bowie ( The Rise And Fall of Ziggy Stardust)
15 – Radiohead (OK Computer e The Bends)
16 – Cream (Fresh Cream)
17- Raul Seixas (Eu Nasci Há 10 mil Anos Atrás e Gita)
18 – Mutantes (Todos da década de 60-70 com Rita Lee)
19 – Roberto Carlos (discografia 60, porque não?)
20 – Blur (Coletânea The Best Of Blur)
21 – The Kinks ( The Village Green Preservation Society)
22 – Pixies ( Surfer Rosa)
23 – Nirvana (Nevermind)
24 – Pearl Jam (Ten)
25 – Smashing Pumpkins( Mellon Collie And The Infinite Sadness)
26 – The Strokes (Is This It?)
27 – The Libertines (The Libertines)
28 – U2 (October)
29 – Joy Division (Substance)
30 – Chico Science e Nação Zumbi (Da Lama Ao Caos, do Caos à Lama)
31 – Nação Zumbi ( pra não dizer q a banda morreu junto com Chico Science, evoluiu até!)
32 – Van Halen – (1984: o que tem “JUMP”!)
33 – The Animals (alguma coletânea é bem vinda: não recordo por hora)
34 – Buddy Holly (coletânea desse precursor do rock nos anos 50)
35 – Black Sabbath (Todos com Ozzy)
36 – Deep Purple (todos com Ian Gillian)
37 – Yes (The Yes Album e Fragile)
38 – IRA! (algum álbum dos anos 80)
39 – Paralamas do Sucesso (Selvagem?)
40 – AC/DC (Back In Black, Jailbreak e Highway To Hell)
41 – Wolfmother (Wolfmother)
42 – King Crissom ( uma boa pedida, apesar de eu não conhecer muito…)
43 – R.E.M (The Best of REM 1 e 2)
44 – Velvet Underground (Velvet Underground and Nico)
45 – Rush (alguma coletânea que tenha Tom Sawyer)
46 – Jethro Tull (Aqualung)
46 – Queens Of The Stone Age (qualquer álbum pra conhecer essa banda recente)
47 – Metallica ( The Black Album)
48 – The Stooges (The Stooges)
49 – The Doors (qualquer álbum)
50 – Janis Joplin (qualquer álbum)

Estes foram alguns do músicos e bandas e álbuns que fui lembrando, não é algo definitivo a ser seguido, muita coisa com certeza foi esquecida, mas pelo menos tem-se um referencial.

Long Live to Rock!