Músicas do Blog – que fizeram a cabeça deste narrador na semana 2

1- Marim dos Caetés – Alceu Valença

Tive a oportunidade de rememorar essa música num churrasco dum ilustre amigo meu neste feriado dia 12/10, numa roda de violão.
Quando estou em São Luís, sempre pinta uma oportunidade de ir prum barzinho lá que toca uma infinidade de coisas da MPB(em CD e LP) e, a pedidos, sempre que mando o bilhete pro dono do bar peço “Marim dos Caetés”, de Alceu.
Essa música é da memória sentimental. Faz-me lembrar das viagens com a família, na Belina cor de vinho, de Assu pro Seridó ou de Assu pra Natal. Toda vez papai colocava um K7 velho, todo detonado, em que tocava uma versão ao vivo de “Marim”. Pulava sempre na parte que Alceu dizia “porta dos cabaré”.
Taí, vale a recordação.

2- Onde a Dor não Tem Razão – Paulinho da Viola e Élton Medeiros

Uma das mais belas canções de Paulinho, em parceria com Élton Medeiros. Trata de um velho e corriqueiro tema nas canções do mestre: a desilusão. Contudo, o velho coração abalado demonstra sinais de cansaço com tamanhos “amores perdidos” e “paixões” mal-resolvidas. Decide mudar de rumo e tocar a vida com tranquilidade, impassível de dor e esperançoso.

Recomendada pra ouvir com uma breja do lado bem gelada.


3- Happiness Is a Warm Gun – The Beatles

Discuti com um amigo se essa música era daquelas a qual Lennon se referia como uma de suas composições “perfeitas”. É sabido que “Help” e Strawberry Fields Forever” entram nesse time, mas John ainda acrescentou umas duas músicas do álbum Branco como referência.
Acredito que “Happiness Is a Warm Gun” entra neste rol seleto de perfeição.
Ouçam e confiram, pra ver se eu não tô mentindo.

4- He Was a Friend of Mine – Bob Dylan

Clássico “folk”, interpretada pelo maior compositor estadunidense das décadas de 60 pra cá. Essa canção entra na velha tradição das músicas rancheiras dos EUA, relatando vida de gente comum e sofrida.
O amigo do cara nunca tinha feito mal a ninguém e morreu de bobeira na estrada sem um tostão furado. É basicamente isso.
Penosa….

5- Violêro – Elomar

Rapaz, quem define a obra de Elomar em palavras certeiras é justamente Vinícius de Moraes. Confiram aqui.
Pus a clássica “Violêro” aqui como mera ilustração. Ouçam a obra do mestre da cantoria que vocês saberão do que eu tô falando.

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